O fato é que somos vulneráveis e o que parece ser de fato é apenas um ligeiro sopro no ar. Somos feitos de matéria transitória. Não dá mais pra ver o final da estrada onde as luzes ficam a meio palmo e os pés parecem flutuar, onde o fim costumava ser sempre o recomeço. Eu me sinto indócil nesse mundo feito de nós apertados e abraços solitários.